lunes, 14 de enero de 2008

Uma sagrada figueira...

Os homens e as árvores tem uma antiga aliança, dizem os pastores de árvores da Patagônia, que o vento canta e dança entre seus braços, mas que os pássaros façam seus ninhos em seus galhos me parece belíssimo, é outra das geniais idéias de Pachamama, além de seu amparo, e de seu contínuo convite a ficar em sua sombra, que me parece de uma terna maternidade, ah...quando viajo, sempre me entrego a desfrutar das árvores e sua canção amparadora... elas são nossos próximos, como os homens, como os rios, como a atmosfera, mas neste coração, a árvore da confiança em Pachamama está sã e forte, e danço debaixo dela... Este fim de semana, fomos convidados por dois caros amigos, Melissa e Sérgio, e visitamos a Estância do Segredo, e me encontrei com uma figueira, antiga, sábia, que está ali representando uma antiga raça de árvores que foram cortadas em nome do progresso e das utilidades, vaidade das vaidades......só isso....mas ela está ali, firme, sem dizer nada, só ampara, dá sua vida à vida, e segue firme em seu destino... como saber a causa por ela ter sido respeitada, quiça para lembrar-nos a glória que foi, e a ignorância das pessoas que só pensam nas utilidades..... Na noite sonhei que estava sentado ali, debaixo deste imenso ser, e o coração ficou quieto, feliz simplemente de Ser, assim, esta amada árvore, se junta a família de todas as árvores que tenho amado, e que tem me ajudado a perceber a vaidade, e a loucura de buscar utilidade a qualquer preço........ Amo as árvores desde pequeno... Vivemos viajando, e enamorando árvores, e hermanando os bosques da Inglaterra e dos Himalayas, e os poucos restos que ficam da belíssima Mata Atlântica......ah quanto devemos as árvores... Sempre soube que estou de passo nesta vida, peregrinando, assim, quando saio da porta de casa, me encontro com cachorros, gatinhos, grama, plantitas, e árvores, amados seres. Suplicaria a meus amigos, que tornem-se amigos das árvores de seu quarteirão, que transformem-se em pastores de árvores, que cuidem destas velhinhas amigas, e que as protejam com todo seu ser, e que ensinem a sua família que também as árvores são parte de nossa família sagrada......... Lucidor

viernes, 11 de enero de 2008

O sagrado...

Aprendi a palavra sagrado muito depois de tê-la experimentado no coração, umas surpresas bárbaras, caminhar de mão com meu avô, extasiar-me com músicas, com amores, antes de conhecer a palavra sagrado... As palavras vieram depois, mas na inocência do menino, no meio de espaços abertos e sagrados da Patagônia, experimentei muitas vezes a totalidade, abraçando a pampa com o horizonte, extasiado com o cheiro a terra molhada, sem mente, o primeiro amor, me extasiei até a reverência com os entardeceres, com o amor de minha mãe, com os cachorros e logo, chegaram as palavras, os sistemas, as explicações, mas muito tempo andei, bebendo do sagrado da vida e do coração, sem palavras.....ah sagrado sem descrição, que beleza......logo me encontrou o mundo e me atropelou, como um potro hipnotizador, e levei anos para voltar a me abrir a experiência reverente e enamorada, com isso que chamamos sagrado.......hoje, não analiso, só me deixo ir, me deslizo com o agora, e sei-sinto, que sim, sou atenção e presença sensível, irmanado com a família do agora, me surpreende o sagrado..., sagrado misterioso Senhor......e quando explode o silêncio e não fica nada mais que o sagrado, ah... me reencontro com o menino que fui e que serei, ah...e quando o sagrado me visita, se queima toda a dualidade, o medo, a bobagem mental......e só ficas tu, amado Senhor!!! Às vezes o sagrado me visita como um raio que alquimiza toda a mediocridade desta mente......ah...e gosto dos altares andinos, pois eles são uma porta ao sagrado. Peregrinamos com nossas mesitas, nossos altares, que estão vivos, que são a casita viva do sagrado deva de Pachamama, os altarzinhos andinos recebem água do ganges, chuvas em machu pichu, pedras do uritorco, penas de condor dos andes Patagônicos, conchas de Fortaleza, quartzos do Equador, pedras do Nepal, pedras e sementes, e penas,e um universo de sagrados momentos que estão ali, dançando na mesita, ah....às vezes imagino como seria minha vida sem a experiência do sagrado, acho que sentiria que a vida é desatenta, sentiria que o universo não escuta as mínimas reclamações da formiga ou da galáxia, me sentiria sozinho..., o sagrado não é contrário ao profano!!! O sagrado é a experiência de amor em liberdade, não é contrário a nada, tudo inclue, e nos faz sentir a unidade essencial e bela da vida, nos faz experimentar esta inocência sagrada e enamorada desta tarde .....sim, Senhor!!! Lucidor

jueves, 10 de enero de 2008

las piedras...

me gustan las piedras, las piedras en todas sus formas, con todos sus brillos... siempre mis hijos se reían de mi, pues siempre les presenteaba piedras, de todos los rincones donde peregrinaba...... me gustan las piedras de el uritorco bañadas por estrellas milenarias, me gustan las piedras de los himalayas que no se importan de gurus, sadhanas, ofrendas, ni religion, y son de una beleza increible, pura verdad, me gustan las piedras de el machu picchu, pois son tan sagradas pois se saben sagradas, jajajja, me gustan las piedras de amsterdam, pois son importadas, no las puso alli Pachamama, sino los hombres, mas asim y tudo son belas, jajajjaja, adoro las piedras de el rancho Pachamama alli en san marcos sierras, y me gustan las piedras cuando namoran con el agua, con los rios, con las cascatas, con la verde grama, ah...piedras que he enamorado, piedras con las que sonhe como discos voadores, piedras que guardo en los rincones más magicos de mi mesa, o más misticos, piedras que falan, en silencio, y so para los hommes sensibles, no a los racionales, me gustan las piedras onde he feito el amor, con cierto dor de costas, jajajaj, me gustan las piedras, onde me tiro de noite y siento mi pequeñez y la perfeccion del señor que fizo tudo, desde este pentelho hasta esas estrellas maravillosas, que me piscan diciendome......amo vc...........me gusta esta piedra, Pachamama, una piedrita bonita, azul, verde, marron, ah....rochita consciente y bondosa....... me gustan las piedras, amo a estas pequeñas obras de arte del señor........ lucidor

los niños de la nación Pachamama....

me parecem tão belos os meninos, em todas as partes do mundo, tenho pouca paciência quando tenho que viajar de onibus por muitas horas e um neném cheio de energia briguento se senta ao meu lado, jajajjajaja, mas vê-los, observar sua beleza, sua alegria, sua simples desnudez me parece uma experiência altamente educativa...... este é um neném latinoamericano, me surpreendeu sua bela desnudez, sua natureza selvagem, sua vida tão viva.....e esse dedinho na boca, ah...amo a vida e seus produtos, me enternece o coração, se faz um capulho em meu peito e apenitas suspira, me sinto um arroyito chiquito admirando a natureza impermanente da paisagem,...deve ser porque estou ficando velho, ou quiça como disse um guru na india, é o cardíaco que está aberto, mas amigos brindo pela infância, pelas crianças de minha latinamerica viva!!!!!!!! lucidor

martes, 8 de enero de 2008

un velho curandero patagonico

los encuentros con el poder, tienen esa imprevisibilidad( que palabron, ne?),los encontros con los velhos curandeiros de pachamama, siempre han sido mi deporte favorito, sadhus, sanyasin, gurus, hommes de conhecimiento, curandeiros de pachamama,.....a tudos vcs rindo mi humilde homenagem, amados seres de deus......este es un curandeiro que conhecia, un gran homme de poder, caminaba con las irmaas, en el callejon de las fadas en san marcos sierras, y sim como sin querer se aparecio en el fundo de la enramada, y se acerco y nos saludo, telepaticamente me paso su poesia, su canto tehuelche, senti en sus venas el grito aoniken, aoniken, y se perdio en la nada, como vino se foi, sin dejar mas señas que su mirada de puma acordado, y su sonriso manso y su caminar de peregrino.......dejo mi corazon esa sensaçao tan clara de potencia suave y calida............
lucidor

una experiencia inesquecible

el camino sigue y sigue, y uno as veces se encuentra con vivencias increibles, como foi el teatro de bh, foi de una profundidad para este velho peregrino, que no sei como descerlo a palabras, ah...la vida ha sido de una beleza y amorosidad increible con este rapaizinho que saio del fundo de la patagonia, ah..obrigado Pachamama
lucidor